Palestras em Áudio do XXIII Simpósio Reformado Os Puritanos 2014

 Palestras em áudio do Simpósio Os Puritanos 2014
As palestras proferidas pelos Pastores Elienai Bispo BatistaJosafa Vasconcelos e Paulo Brasil Sousa no XXIII Simpósio Os Puritanos 2014 disponíveis em áudio no endereço:
http://www.os-puritanos.com/#!audios/c10s3

Uma Esperança Adiada » J. Stephen Yuille

Uma Esperança Adiada » J. Stephen Yuille

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Você também poderá baixar uma versão gratuita do 1º capítulo em:

“Este livro nos leva a uma jornada que é cheia de reviravoltas e surpresas. A narrativa é tecida com traços ricamente coloridos feitos de belíssimas aplicações práticas do ensino de Paulo em Romanos 8. É uma boa leitura, uma história comovente, e um grande auxílio — tudo isso em um só lugar.” — Sinclair B. Ferguson 

“'Até quando, ó Senhor?' É o grito de dor que Stephen e Alison Yuille viveram ao longo de muitos anos em oração para que Deus lhes desse filhos. Este livro é um precioso mosaico de histórias pessoais e ensino bíblico que atingem diretamente o coração." — Dr. Joel R. Beeke


Dr. Mark Jones

COMUNICADO:

Comunicamos a todos os inscritos no XXIII SIMPÓSIO OS PURITANOS que, por motivos de força maior, o Dr. David Murray não poderá mais ser um dos preletores deste evento como vinha sendo anunciado até o presente momento. Mas Deus, na sua providência preparou um substituto, o Dr. Mark Jones, pastor da Faith Presbyterian Church, em Vancouver, Canadá. O Dr. Mark bondosamente aceitou nosso convite feito na semana passada e agora fará companhia ao Dr. Joel Beeke trazendo-nos teologia rica e experimental, baseada na cristologia do teólogo ortodoxo reformado puritano, Thomas Goodwin.

Com Dr. Beeke é coautor do excelente livro "Teologia Puritana - Doutrina para a Vida" a ser publicada em breve no Brasil (Editora Fiel).

Ao Dr. David Murray, nossa gratidão e nossa oração para que Deus continue abençoando sua vida, família e ministério.

Dr. Mark Jones é pastor da Faith Presbyterian Church (desde 2006), uma congregação da Presbyterian Church in America (PCA), em Vancouver, Colúmbia Britânica, Canadá. Pesquisador Associado da Faculdade de Teologia da University of the Free State, Bloemfontein, África do Sul. PhD pela Leiden Universiteit (outubro de 2009) e sua tese de doutorado foi intitulada “Why Heaven Kissed Earth: The Christology of the Puritan Reformed Orthodox Theologian, Thomas Goodwin (1600–1680).” [Por que o céu beijou a terra: A cristologia do teólogo ortodoxo reformado puritano, Thomas Goodwin (1600-1680)].

Autor de vários livros. Entre eles: Antinomianism: Reformed Theology’s Unwelcome Guest? (P&R Publishing, 2013); [com Dr. Joel R. Beeke], A Puritan Theology: Doctrine for Life (Grand Rapids: RHB, forthcoming [June, 2012]); [editor com Kelly Kapic], The Ashgate Companion to John Owen (Ashgate, 2012); com Dr. Joel Beeke], A Habitual Sight of Him: The Christ-Centered Piety of Thomas Goodwin (Grand Rapids: Reformation Heritage Books, 2009); A Christian’s Pocket Guide to Jesus Christ (Christian Focus Publications, 2012).

Dr. Mark é casado com Barbara, com quem tem quatro filhos, Kaitlyn, Joshua, Thomas e Matthew. Ele gosta muito de futebol e é um vibrante torcedor do Liverpool F. C.

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O DIA DO SENHOR E O CULTO REFORMADO » IAN HAMILTON

Angústia do Inferno

Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade, embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem” (Hb 5: 7-9).

Este texto se refere ao sofrimento e angústia de Jesus no Jardim do Getsêmani. Ali Sua agonia e horror são indescritíveis. Jesus antes de orar ao Pai, disse a Pedro, Tiago e João: “A minha alma está profundamente triste até à morte” (MT 26:38). Não podemos penetrar com profundidade nestas palavras, mas podemos imaginar...

Novo site: www.os-puritanos.com

Começamos a fazer uma pequena  atualização do nosso site. O novo endereço é ww.os-puritanos.com
Novas publicações serão postadas nele, mas o antigo endereço continua existindo com todo o acervo de publicações.
O livros digitais vendidos na Amazon agora serão mais fáceis de encontrar, pois tempos uma página específica com as atuais publicações: http://www.os-puritanos.com/ebooks#!ebooks/mainPage
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O Propósito do Sexo no Casamento

O Propósito do Sexo no Casamento — Leland Kyken

Os Puritanos também tinham uma teoria totalmente desenvolvida sobre os propósitos do sexo e do casamento. O contexto mais amplo em que devemos colocar seus comentários é a tradição protestante unificada que incluía tanto anglicanos como Puritanos. Enquanto autores individuais podem modificar o esquema, a estrutura geral era uma finalidade tríplice para o casamento, ou seja, procriação, um remédio contra o pecado sexual e uma sociedade mútua.

A contribuição distintiva dos Puritanos dentro desta estrutura foi mudar a ênfase primária da procriação para o companheirismo.

A ordem adotada no Livro de Orações Comuns foi (1) a procriação de filhos, (2) a restrição e remédio do pecado, e (3) sociedade, ajuda e conforto mútuos. James Johnson escreveu um capítulo inteiro para mostrar que à medida que se desenvolveu o pensamento Puritano, o primeiro e terceiro propósitos do casamento mudaram de lugar na lista do Livro de Orações. Johnson fornece numerosas citações dos Puritanos, as quais não tenho espaço para reproduzir, mas este resumo vale a pena ponderar:

É o resultado da ênfase Puritana sobre o companheirismo no casamento que faz a primeira e última razões mudarem de lugar. Outra maneira de dizer isto é observar que os Puritanos normalmente consideram um versículo do segundo capítulo de Gênesis – “Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea” ao invés daquele normalmente citado do primeiro: “Sede fecundos, multiplicai-vos” – para sua explicação sobre por que o casamento foi instituído por Deus em primeiro lugar.1

Na doutrina católica, a única coisa que havia salvo o sexo no casamento era a procriação de filhos. Os Puritanos discordaram. Perkins afirmou que “alguns escolásticos erram ao sustentar que a união secreta do homem e da mulher não pode ser pecado a menos que seja feita para a procriação de filhos”.2 Isto é semelhante à opinião de Milton de que:

Deus na primeira ordenação do casamento nos ensinou para que fim o fez,... para confortar e refrescar o homem contra o mal da vida solitária, não mencionando a finalidade de geração até mais tarde.3

Se a principal finalidade do sexo no casamento é a expressão de amor e companheirismo mútuos, é uma perversão do sexo reduzi-lo a um ato meramente físico. “Como podemos dois... tornar-se uma só carne legalmente”, indagou Clever, “quando existe a falta de união e conjunção do coração, a mãe verdadeira e natural de todos os deveres do casamento?”4 Perkins tinha algo semelhante em mente quando escreveu: “Nada é mais vergonhoso do que amar uma esposa como se ela fosse uma prostituta.”5 E Milton escreveu:

Embora a copulação seja considerada entre os fins do casamento, entretanto o ato em si numa correta avaliação não pode ser mais matrimonial do que é um efeito do amor conjugal. Quando o amor... Se desvanece,... o ato carnal de fato pode continuar, mas não santo, não puro, não apropriado ao sagrado laço do matrimônio, sendo quando muito nada mais que uma excreção animal.6
_________________
Transcrito do livro “Santos no Mundo”, Leland Ryken, Editora Fiel, pág 62,63
1 James Johnson, p. 114. Johnson também observa que “exaltar o companheirismo acima da procriação não significa para o Puritano que a procriação tem menos lugar no casamento. Ao contrário, de um casamento cristão se espera que produza descendentes como da vida sociável” (p. 116).
2 Christian Economy [James Johnson, p. 68].
3 The Doctrine and Discipline of Divorce [ CPW, 2:235]. Lutero havia semelhantemente escrito: “A propagação não está em nossa vontade ou poder, pois pais nenhuns são capazes de prever se eles... darão à luz um filho ou uma filha. Meu pai e minha mãe não consideraram que queriam trazer um Dr. Martinho Lutero ao mundo. A criação é de Deus somente e nós não somos capazes de percebe-la” (Tischreden [Roland Bainton, What Christianity Says About Sex, Love, and Marriage (Nova York, Association, 1957), p. 79]). Lawrence Stone, Family, conclui que “teólogos protestantes de todas as persuasões haviam há muito identificado o conforto mútuo e o apreço como duas finalidades do ato sexual no casamento” (p. 625).
4 A Godly Form of Househol Government [Schnucker, p. 302]
5 A Godly and Lesrned Exposition of Christ’s Sermon in the Mount [Schnucker, p. 360].
6 Tetrachordon [CPW, 2:608-9]

Do livro: A Igreja Apostólica - que significa isto?


É muito comum os crentes professos fazerem distinção entre o essencial e o não essencial em religião e inferir que, se algum fato ou doutrina pertence exatamente a esta última classe, deve ser uma questão de pouca importância e pode, na prática, ser seguramente relegada a um plano secundário. A maioria das pessoas tira conclusões sem um exame prévio; não querem pagar o preço de pensar, pesquisar, de raciocinar sobre nada e um dos expedientes mais frequentemente adotados por elas para se livrarem da responsabilidade de usar a mente e desprezar algum fato que se julgue desagradável é dizer: “Esse problema não é essencial para salvação; portanto, não precisamos nos preocupar muito com isso”.

Do livro "O Espírito Santo" de Sinclair Ferguson


Do livro "O Espírito Santo" de Sinclair Ferguson:
“A espantosa difusão do pentecostalismo e do movimento carismático foi de tal magnitude, que a literatura sobre o Espírito Santo passou a ocupar um espaço considerável no meio evangélico, atingindo proporções tais que o domínio exercido na literatura evangélica existente estaria além dos poderes de qualquer indivíduo.
Mas a ideia generalizada que se tornou comum entre os evangélicos, bem como entre os demais, de que o Espírito Santo foi quase que de novo descoberto no século vinte, é um prenúncio da heresia hodierna e, no mínimo, é culpada de certa miopia histórica. Fica no esquecimento, por exemplo, que foi com boas razões que se descreveu o pastor-teólogo da Reforma, João Calvino, como sendo “o teólogo do Espírito Santo”. Além do mais, cada século, desde seu tempo, testemunhou eventos que foram atribuídos à extraordinária operação do Espírito Santo. Mesmo no século vinte, as duas opera magna sobre o Espírito Santo subsistem nos extensos estudos de autoria puritana do século dezessete, John Owen, Vice-Chanceler da Universidade de Oxford, e do grande teólogo-político holandês, Abraham Kuyper, fundador da Universidade Livre de Amsterdam.
O centro do interesse é delinear a revelação da identidade e da obra do Espírito de uma forma bíblico-teológica e histórico-redentiva. Não significa que a teologia histórica esteja falida e por isso devemos rejeitar o princípio apostólico de que precisamos entender as riquezas do evangelho em consonância com toda a igreja (Ef 3.18, 19). Espero que fique bem claro e bem estabelecido que meu interesse é o senso de obrigação para com o entendimento que a igreja deve ter no tocante ao Espírito Santo”.
_________
O Dr. Sinclair B. Ferguson é professor de Teologia Sistemática no Westminster Theological Seminary, Philadelphia. Um dos mais conceituados teólogos reformados da atualidade.

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Crente Também Tem Depressão – Dr. David Murray

 Crente também tem depressão
Muitos cristãos equivocadamente acreditam que crente de verdade não entra em depressão, e esse falso entendimento põe ainda mais dor e culpa sobre cristãos que estão sofrendo de angústia mental e emocional. David P. Murray sai em defesa dos cristãos deprimidos, afirmando que, sim, crente pode cair em depressão! Ele explica por que e como os cristãos devem estudar a depressão, o que ela é, qual deve ser a abordagem dos cuidadores, pastores, e como a igreja pode auxiliar aqueles que estão sofrendo com depressão. Com claro e sábio discernimento bíblico, Dr. Murray oferece ajuda e esperança àqueles que sofrem de depressão, aos membros da família e amigos envolvidos no processo, e aos pastores que ministram a estes membros feridos do rebanho.

“Recomendo enfaticamente este novo e prático livro sobre depressão e enfermidades psiquiátricas. Ele é o resultado condensado de muita leitura e sabedoria pastoral, digeridas em alguns capítulos de linguagem acessível. Este livro é cheio de amor cristão por aqueles que sofrem deste modo e por quem mais precisa de nossa compaixão e sensibilidade. Gostaria de ter conhecido o conteúdo destas páginas quando eu era ainda um ministro bem jovem”.
— Maurice Roberts, ministro da congregação de Inverness da Free Church of Scotland (Continuing).

“Se eu cair em depressão, este livro será o primeiro a quem recorrerei. Se eu tiver um parente ou membro da igreja lutando com a depressão, este será o primeiro livro que irei lhe repassar. Este claro, conciso, e compassivo livro do meu estimado colega Dr. David Murray é supreendentemente simples e eminentemente prático. Nestas páginas você encontrará um mundo de saudável conselho bíblico e sabedoria para lidar com uma variedade de casos de depressão”.
—   Joel Beeke, presidente do Puritan Reformed Theological Seminary, Grand Rapids
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David P. Murray é professor de Antigo Testamento e Teologia Prática no Puritan Reformed Theological Seminary em Grand Rapids, Michigan. Ele nasceu na Escócia e serviu ali como pastor e professor. Dr. Murray e sua esposa, Shona, têm quatro filhos.

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O que é um culto Reformado? — Daniel Hyde


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O que é um culto Reformado? (GRÁTIS Prefácio, Introdução e Capítulo 1).
Neste pequeno livro o Pr. Hyde nos mostra o real sentido e importância do culto pactual, a herança cúltica deixada pelos reformadores, seu valor para os nossos dias e que devemos atender à voz de Deus que convoca-nos a adorá-lo com santa reverência, temor e tremor.

O culto Reformado é bíblico e, por isso,  não é determinado por aquilo que agrada às pessoas ou “funciona” para atraí-las . É a Bíblia que regula o culto cristão.

Tem as Escrituras Sagradas algo a dizer sobre a forma e o espírito do culto a Deus, ou será que Ele nos deixou livres para decidirmos o que e como fazer? Qual a importância desse tema para a sua vida? Quer conhecer mais a respeito de como adorá-lo da forma que Ele requer? Então leia este livro e compreenderá o que é, de fato, um Culto Reformado «Soli Deo Gloria»!
 Saiba mais



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O que é um culto Reformado?

Por que em uma igreja Reformada o culto é tão diferente da maioria das outras igrejas?
“Por que o culto em uma igreja Reformada é tão diferente do culto da maioria das outras igrejas a que tenho ido?” Não posso dizer quantas vezes ouço visitantes fazerem essa pergunta. Tenho percebido que o que mais impressiona as pessoas a respeito de uma igreja Reformada não é a nossa doutrina, mas o nosso culto – que parece, a princípio, algo estranho e até mesmo frio para muitos.
Devemos explicações aos inquiridores sérios não somente sobre o que fazemos no culto, mas quanto ao por quê. A Bíblia exige que nosso culto seja racional. Os filhos perguntavam para seus pais, quando celebravam a Páscoa, 3.500 anos atrás: “Que rito é este?” (Êx 12.26). Conquanto a adoração ao Deus Triuno seja profundamente transcendente e misteriosa, é necessário que seja compreensível. Isto foi o que o apóstolo Paulo ensinou em sua primeira carta aos Coríntios, quando disse que a pregação em línguas estranhas, comumente chamada de “línguas”, precisava ser interpretada para edificação daquela assembleia.
O livro "O Que É um Culto Reformado" (à venda na loja.clire.org e em breve em formato eBook) tem o propósito de apresentar as bases do culto Reformado, de tal forma que você esteja preparado para explicar por que nós, igrejas Reformadas, temos o culto que temos. Faremos isso examinando sete características do culto Reformado: ele é bíblico, pactual, evangélico, histórico, alegre, litúrgico, e reverente...
Uma congregação da Palavra
Como igrejas Reformadas, fazemos o que fazemos no culto por causa das Santas Escrituras. Obviamente, toda igreja que crê na Bíblia hoje, diz: “Nosso culto é bíblico!” Afinal de contas, quem quer um culto que não seja bíblico? Como cristãos reformados, somos diligentes em glorificar nosso Deus zeloso da forma como ele nos ordenou. Esta é a razão de dizermos que nosso culto é bíblico. Contudo, o que isso significa? Com o que este culto se parece?...

Um culto pela Palavra
Segundo, nosso culto é bíblico por causa daquilo que determina o que fazemos na adoração. O culto não é determinado pelo que “funciona” para atrairmos um vasto número de pessoas, ou o que é agradável, ou mesmo o que possamos ou não gostar. Antes, é a Bíblia que regula o nosso culto. Esta é a razão porque afirmamos que os presbíteros das igrejas são os supervisores do culto público, o qual “deve ser conduzido de acordo com os princípios ensinados na Palavra de Deus”...

A suficiência das Escrituras
A terceira razão por que dizemos que o culto Reformado é bíblico é que, como Protestantes Reformados, cremos que somente as Escrituras são suficientes para nos ensinar a quem, o quê, quando, onde e o porquê do culto. Somente a Escritura é nosso guia infalível para o ensino de teologia e doutrina e para a vida experimental e prática. Uma vez que esta Palavra é suficiente para a nossa salvação e vida cristã, então, certamente é tudo o que precisamos para adorar a Deus como ele deseja e merece. A única forma que conhecemos para adorá-lo é através de sua própria revelação na Palavra, que é suficiente para ensinar-nos a respeito disso (2Tm 3.16-17). Uma vez que a distância entre nós e Deus é infinita, não temos como saber o que lhe agrada na adoração, a não ser através do que ele mesmo revelou...

— Dr. Daniel Hyde.

Vale a pena conferir e compartilhar o ebook a ser lançado sobre o culto Reformado. É uma das grandes, senão a maior carência da igreja brasileira, você não acha?

O Espírito Santo — Sinclair Ferguson (Capítulos 1 e 2)

O Projeto Os Puritanos tem a satisfação de disponibilizar gratuitamente parte da importante obra do Dr. Sinclair Ferguson sobre a Pessoa do Espírito Santo. Leia, medite, baixe os dois primeiros capítulos do livro "O Espírito Santo".

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Como Ministérios Paraeclesiásticos perdem o rumo



Ministérios Paraeclesiásticos
Por Carl Trueman
De boas intenções o inferno está cheio, assim diz o ditado. E no mundo evangélico, alguém poderia acrescentar que também está cheio de organizações paraeclesiásticas, que começaram bem e então, em algum ponto, perderam o rumo desastrosamente. Por que isso acontece?

Por que ministérios paraeclesiásticos perdem o rumo?
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O CARNAVAL

Carnaval! Empolgante Carnaval!
Festa vibrante! Festa colossal!

Festa de todos: de plebeus e nobres,
Que iguala, nas paixões, ricos e pobres.
Festa de esquecimento do passado,
De térreo paraíso simulado…

Falsa resposta à voz do coração
De quem não frui de Deus comunhão,
Festa da carne em gozo desbragado,
Festa pagã de um povo batizado,

Festa provinda de nações latinas
Que se afastaram das lições divinas.
Ressurreição das velhas bacanais,
Das torpes lupercais, das saturnais

Reino de Momo, de comédias cheio,
De excessos em canções e revolteio,
De esgares, de licença e hilaridade,
De instintos animais em liberdade!

Festa que encerra o culto sedutor
De Vênus impudica em seu fulgor.
Festa malsã, de Cristo a negação,
Do “Dia do Senhor” profanação.

Carnaval! Estonteante Carnaval!
Desenvoltura quase universal!

Loucura coletiva e transitória,
Deixa do prazer lembrança inglória,
Festa querida, do caminho largo,
De início doce, mas de fim amargo…

Festa de baile e vinho capitoso,
Que morde como ofídio venenoso,
Que tira do homem sério o nobre porte,
E gera o vício, o crime, a dor e a morte.

Carnaval! Vitando Carnaval!
Festa sem Deus! Repúdio da moral!
Festa de intemperança e gasto insano!
Trégua assombrosa do pudor humano,

Que solta a humana besta no seu pasto:
O sensualismo aberto mais nefasto!
Festas que volve às danças do selvagem
E do africano, em fúria, lembra a imagem,

Que confunde licença e liberdade
Nos aconchegos da promiscuidade
Sem lei, sem norma, sem qualquer medida,
Onde a incauta inocência é seduzida,

Onde a mulher, às vezes, perde o siso
E o cavalheiro austero o são juízo;
Onde formosas damas, pela ruas,
Exibem, saltitando, as formas suas,

E no passo convulso e bamboleante,
Em requebros de dança extravagante,
Ouvem, no “frevo”, as chufas e os ditados
Picantes, de homens quase alucinados,

De foliões audazes, perigosos,
Alguns embriagados, furiosos!
Muitos, tirando a máscara, em tais dias,
Revelam, nessas loucas alegrias,

A vida que levaram mascarados
Com a máscara dos homens recatados…
Carnaval! Perigoso Carnaval!
Que grande festa e que tremendo mal!

Brasil gigante, atenção! Atenção!
O Carnaval é festa de pagão!
Repele-o! Que te traz só dor e morte!
Repele-o! E inspira em Deus a tua sorte.

Rev. Jerônimo Gueiros

Como Mandar Seus Filhos para o Inferno



"Como Mandar Seus Filhos para o Inferno". Escrito por Steve M. Schisse.
“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.”
(Pv. 22:6)
O provérbio acima é uma promessa ou uma advertência? Segundo o hebraico, a frase “no caminho em que deve andar” não está traduzida de maneira correta. Ela deveria ser “de acordo com seu próprio caminho”. Assim, você tem no capítulo 22, versículo 6, uma predição proverbial de que a criança educada e ensinada, desde o começo, a seguir seu próprio caminho, estará, para todo sempre, ligada a ele.

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