Catecismo Maior de Westminster — Origem e Composição

Para quem deseja conhecer um pouco da origem e do propósito pelo qual os reformadores ingleses confeccionaram o Catecismo Maior de Westminster, eis uma boa recomendação:
"Catecismo Maior de Westminster — Origem e Composição", escrito por Chad B. Van Dixhoorn, Ed. Os Puritanos (disponível em formato digital na Amazon neste endereço:
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John Owen e a Comunhão com Deus » Joel Beeke

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Uma Esperança Adiada » J. Stephen Yuille

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Você também poderá baixar uma versão gratuita do 1º capítulo em:

“Este livro nos leva a uma jornada que é cheia de reviravoltas e surpresas. A narrativa é tecida com traços ricamente coloridos feitos de belíssimas aplicações práticas do ensino de Paulo em Romanos 8. É uma boa leitura, uma história comovente, e um grande auxílio — tudo isso em um só lugar.” — Sinclair B. Ferguson 

“'Até quando, ó Senhor?' É o grito de dor que Stephen e Alison Yuille viveram ao longo de muitos anos em oração para que Deus lhes desse filhos. Este livro é um precioso mosaico de histórias pessoais e ensino bíblico que atingem diretamente o coração." — Dr. Joel R. Beeke


Dr. Mark Jones

COMUNICADO:

Comunicamos a todos os inscritos no XXIII SIMPÓSIO OS PURITANOS que, por motivos de força maior, o Dr. David Murray não poderá mais ser um dos preletores deste evento como vinha sendo anunciado até o presente momento. Mas Deus, na sua providência preparou um substituto, o Dr. Mark Jones, pastor da Faith Presbyterian Church, em Vancouver, Canadá. O Dr. Mark bondosamente aceitou nosso convite feito na semana passada e agora fará companhia ao Dr. Joel Beeke trazendo-nos teologia rica e experimental, baseada na cristologia do teólogo ortodoxo reformado puritano, Thomas Goodwin.

Com Dr. Beeke é coautor do excelente livro "Teologia Puritana - Doutrina para a Vida" a ser publicada em breve no Brasil (Editora Fiel).

Ao Dr. David Murray, nossa gratidão e nossa oração para que Deus continue abençoando sua vida, família e ministério.

Dr. Mark Jones é pastor da Faith Presbyterian Church (desde 2006), uma congregação da Presbyterian Church in America (PCA), em Vancouver, Colúmbia Britânica, Canadá. Pesquisador Associado da Faculdade de Teologia da University of the Free State, Bloemfontein, África do Sul. PhD pela Leiden Universiteit (outubro de 2009) e sua tese de doutorado foi intitulada “Why Heaven Kissed Earth: The Christology of the Puritan Reformed Orthodox Theologian, Thomas Goodwin (1600–1680).” [Por que o céu beijou a terra: A cristologia do teólogo ortodoxo reformado puritano, Thomas Goodwin (1600-1680)].

Autor de vários livros. Entre eles: Antinomianism: Reformed Theology’s Unwelcome Guest? (P&R Publishing, 2013); [com Dr. Joel R. Beeke], A Puritan Theology: Doctrine for Life (Grand Rapids: RHB, forthcoming [June, 2012]); [editor com Kelly Kapic], The Ashgate Companion to John Owen (Ashgate, 2012); com Dr. Joel Beeke], A Habitual Sight of Him: The Christ-Centered Piety of Thomas Goodwin (Grand Rapids: Reformation Heritage Books, 2009); A Christian’s Pocket Guide to Jesus Christ (Christian Focus Publications, 2012).

Dr. Mark é casado com Barbara, com quem tem quatro filhos, Kaitlyn, Joshua, Thomas e Matthew. Ele gosta muito de futebol e é um vibrante torcedor do Liverpool F. C.

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O DIA DO SENHOR E O CULTO REFORMADO » IAN HAMILTON

Angústia do Inferno

Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade, embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem” (Hb 5: 7-9).

Este texto se refere ao sofrimento e angústia de Jesus no Jardim do Getsêmani. Ali Sua agonia e horror são indescritíveis. Jesus antes de orar ao Pai, disse a Pedro, Tiago e João: “A minha alma está profundamente triste até à morte” (MT 26:38). Não podemos penetrar com profundidade nestas palavras, mas podemos imaginar...

Novo site: www.os-puritanos.com

Começamos a fazer uma pequena  atualização do nosso site. O novo endereço é ww.os-puritanos.com
Novas publicações serão postadas nele, mas o antigo endereço continua existindo com todo o acervo de publicações.
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O Propósito do Sexo no Casamento

O Propósito do Sexo no Casamento — Leland Kyken

Os Puritanos também tinham uma teoria totalmente desenvolvida sobre os propósitos do sexo e do casamento. O contexto mais amplo em que devemos colocar seus comentários é a tradição protestante unificada que incluía tanto anglicanos como Puritanos. Enquanto autores individuais podem modificar o esquema, a estrutura geral era uma finalidade tríplice para o casamento, ou seja, procriação, um remédio contra o pecado sexual e uma sociedade mútua.

A contribuição distintiva dos Puritanos dentro desta estrutura foi mudar a ênfase primária da procriação para o companheirismo.

A ordem adotada no Livro de Orações Comuns foi (1) a procriação de filhos, (2) a restrição e remédio do pecado, e (3) sociedade, ajuda e conforto mútuos. James Johnson escreveu um capítulo inteiro para mostrar que à medida que se desenvolveu o pensamento Puritano, o primeiro e terceiro propósitos do casamento mudaram de lugar na lista do Livro de Orações. Johnson fornece numerosas citações dos Puritanos, as quais não tenho espaço para reproduzir, mas este resumo vale a pena ponderar:

É o resultado da ênfase Puritana sobre o companheirismo no casamento que faz a primeira e última razões mudarem de lugar. Outra maneira de dizer isto é observar que os Puritanos normalmente consideram um versículo do segundo capítulo de Gênesis – “Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea” ao invés daquele normalmente citado do primeiro: “Sede fecundos, multiplicai-vos” – para sua explicação sobre por que o casamento foi instituído por Deus em primeiro lugar.1

Na doutrina católica, a única coisa que havia salvo o sexo no casamento era a procriação de filhos. Os Puritanos discordaram. Perkins afirmou que “alguns escolásticos erram ao sustentar que a união secreta do homem e da mulher não pode ser pecado a menos que seja feita para a procriação de filhos”.2 Isto é semelhante à opinião de Milton de que:

Deus na primeira ordenação do casamento nos ensinou para que fim o fez,... para confortar e refrescar o homem contra o mal da vida solitária, não mencionando a finalidade de geração até mais tarde.3

Se a principal finalidade do sexo no casamento é a expressão de amor e companheirismo mútuos, é uma perversão do sexo reduzi-lo a um ato meramente físico. “Como podemos dois... tornar-se uma só carne legalmente”, indagou Clever, “quando existe a falta de união e conjunção do coração, a mãe verdadeira e natural de todos os deveres do casamento?”4 Perkins tinha algo semelhante em mente quando escreveu: “Nada é mais vergonhoso do que amar uma esposa como se ela fosse uma prostituta.”5 E Milton escreveu:

Embora a copulação seja considerada entre os fins do casamento, entretanto o ato em si numa correta avaliação não pode ser mais matrimonial do que é um efeito do amor conjugal. Quando o amor... Se desvanece,... o ato carnal de fato pode continuar, mas não santo, não puro, não apropriado ao sagrado laço do matrimônio, sendo quando muito nada mais que uma excreção animal.6
_________________
Transcrito do livro “Santos no Mundo”, Leland Ryken, Editora Fiel, pág 62,63
1 James Johnson, p. 114. Johnson também observa que “exaltar o companheirismo acima da procriação não significa para o Puritano que a procriação tem menos lugar no casamento. Ao contrário, de um casamento cristão se espera que produza descendentes como da vida sociável” (p. 116).
2 Christian Economy [James Johnson, p. 68].
3 The Doctrine and Discipline of Divorce [ CPW, 2:235]. Lutero havia semelhantemente escrito: “A propagação não está em nossa vontade ou poder, pois pais nenhuns são capazes de prever se eles... darão à luz um filho ou uma filha. Meu pai e minha mãe não consideraram que queriam trazer um Dr. Martinho Lutero ao mundo. A criação é de Deus somente e nós não somos capazes de percebe-la” (Tischreden [Roland Bainton, What Christianity Says About Sex, Love, and Marriage (Nova York, Association, 1957), p. 79]). Lawrence Stone, Family, conclui que “teólogos protestantes de todas as persuasões haviam há muito identificado o conforto mútuo e o apreço como duas finalidades do ato sexual no casamento” (p. 625).
4 A Godly Form of Househol Government [Schnucker, p. 302]
5 A Godly and Lesrned Exposition of Christ’s Sermon in the Mount [Schnucker, p. 360].
6 Tetrachordon [CPW, 2:608-9]

Do livro: A Igreja Apostólica - que significa isto?


É muito comum os crentes professos fazerem distinção entre o essencial e o não essencial em religião e inferir que, se algum fato ou doutrina pertence exatamente a esta última classe, deve ser uma questão de pouca importância e pode, na prática, ser seguramente relegada a um plano secundário. A maioria das pessoas tira conclusões sem um exame prévio; não querem pagar o preço de pensar, pesquisar, de raciocinar sobre nada e um dos expedientes mais frequentemente adotados por elas para se livrarem da responsabilidade de usar a mente e desprezar algum fato que se julgue desagradável é dizer: “Esse problema não é essencial para salvação; portanto, não precisamos nos preocupar muito com isso”.